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Raimundo Costa, Adriano Lima e Bebeto Galvão selam aliança e decidirão juntos filiação partidária
O deputado federal Raimundo Costa (Podemos), o ex-prefeito de
Serrinha, Adriano Lima (PP) e o ex-deputado federal, Bebeto Galvão
(PSB), formalizaram, nesta terça-feira (03), um pacto de aliança
político-partidária, após avaliação conjunta do cenário político do
Brasil e da Bahia e das projeções eleitorais para o próximo ciclo. O
entendimento estabelece que os três atuarão de forma integrada e
tomarão, de forma coletiva, a decisão sobre filiação partidária,
reafirmando um compromisso de unidade e coordenação política.
Os três serão candidatos a deputado federal, e as lideranças das
bases dos pré-canidatos avaliam que, do ponto de vista matemático e
eleitoral, juntos eles projetam um potencial estimado em 220 mil votos,
podendo chegar próximo dos 300 mil votos com a incorporação de outros
nomes que dialogam com o grupo. De acordo com as lideranças, o resultado
eleitoral dos três, de acordo com as atuais equações proporcionais, tem
potencial para mais de um candidato eleito na chapa de federal e
posiciona o partido que os abrigar como uma força competitiva para
eleger três ou mais deputados federais, além de ampliar o espaço sem
afastar novas lideranças.
A aliança entre eles reúne bases em diferentes regiões do estado.
Raimundo Costa possui inserção entre pescadores, comunidades ribeirinhas
e no Baixo-Sul; Adriano Lima, médico oftalmologista e ex-prefeito por
dois mandatos, concentra liderança no território do Sisal; e Bebeto
Galvão tem trajetória na defesa dos direitos da classe trabalhadora, com
representatividade no sul da Bahia.
Bebeto Galvão tem sinalizado sobre a conjuntura e viabilidades do
seu partido, o PSB, "convidando os demais a assinarem com a sua legenda
em uma aliança estratégica estadual e nacional". e Raimundo e Adriano
têm apontado sobre o cenário do PODEMOS e as chances de vitória. "Ambas
as legendas são consideradas como caminhos naturais, mas a definição
será tomada de forma conjunta, observando os critérios políticos dos
partidos que enxergarem e priorizarem essa agenda coletiva e garantam
condições de disputa competitivas", concluem.
Por Pedro Castro
