Presidente Lula se encontrou com alguns dos 16 milhões de brasileiros beneficiados diretamente com a isenção total do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Isentos terão ganho de aproximadamente R$ 4,8 mil ao longo do ano. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Lula celebra impacto da isenção do IR para o trabalhador: “Isso é comida na mesa, mais tranquilidade dentro de casa e dignidade”
A partir deste mês, cerca de 16 milhões de brasileiros passam a ser beneficiados diretamente com a isenção total do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês e com a redução do imposto para trabalhadores com renda mensal entre R$ 5 mil e R$ 7.350. A medida, sancionada em novembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, faz parte da política do Governo do Brasil de corrigir distorções do sistema tributário, fortalecer o poder de compra da população e estimular a economia.
Em vídeo
publicado nas redes sociais, Lula destacou que a mudança já começa a ser
sentida diretamente no contracheque dos trabalhadores, e representa um
ganho significativo ao longo do ano. “Você vai economizar o equivalente a
quase R$ 4.800 por ano. Significa quase um décimo quarto salário para
você. Então vai sobrar mais dinheiro no final do mês”, disse.
Ao conversar com trabalhadores no vídeo, Lula reforçou o impacto da medida na vida cotidiana das famílias. “Isso é comida na mesa, mais tranquilidade dentro de casa e dignidade”, afirmou. Em outro momento, destacou que a política é resultado de uma decisão clara de governo. “É o primeiro passo que a gente está dando, porque não é correto pagar Imposto de Renda pelo salário que a pessoa ganha”, completou.
COMPENSAÇÃO
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que a ampliação da
isenção do Imposto de Renda representa o cumprimento de um compromisso
do governo e um alívio concreto no orçamento das famílias.
Haddad
lembrou que, por muitos anos, tanto o salário mínimo quanto a tabela do
Imposto de Renda permaneceram congelados, o que penalizou especialmente a
população de renda mais baixa. “A cada ano em que a tabela ficou
congelada, mais brasileiros passaram a pagar imposto de renda. Desde a
volta do presidente Lula, a tabela é reajustada. E agora, promessa
cumprida de chegar nos R$ 5 mil”, destacou.
O
ministro ressaltou ainda que a ampliação da isenção não recai sobre os
trabalhadores, pois há mecanismos de compensação. “Isso não vai cair
sobre o ombro do trabalhador. Quem ganha mais de R$ 1 milhão por ano e
não pagava imposto vai passar a pagar um imposto mínimo. É uma
contribuição para compensar os 10 milhões de trabalhadores que deixaram
de pagar e os 5 milhões que vão pagar um pouco menos”, afirmou.
De acordo
com Haddad, cerca de 140 mil brasileiros que recebem mais de R$ 1
milhão por ano serão impactados pelo imposto mínimo, enquanto
aproximadamente 15 milhões de pessoas terão algum alívio financeiro no
fim do mês. “É uma folga para pagar uma dívida, comprar alguma coisa,
passear um pouquinho ou se planejar melhor, porque a gente sabe como é
duro chegar ao fim do mês com as contas em ordem”, disse.
Para o
ministro, a medida faz parte de um conjunto mais amplo de ações do
Governo do Brasil. “É uma pequena ajuda, entre muitas coisas que estamos
fazendo para melhorar o bem-estar da população brasileira”, concluiu.
SALTO DE QUALIDADE
A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda integra um
conjunto de ações do Governo do Brasil voltadas à valorização do
trabalho e à redução das desigualdades. Em declaração anterior sobre o
tema, o presidente Lula destacou que o país reúne as condições
necessárias para avançar. “Temos todas as condições de dar um salto de
qualidade na economia brasileira, cuidando das pessoas e promovendo
desenvolvimento com inclusão”, afirmou.
Com
a nova regra, milhões de brasileiros deixam de pagar Imposto de Renda
ou passam a contribuir menos, o que representa mais renda disponível
para consumo, investimento familiar e melhoria da qualidade de vida. A
medida reforça o compromisso do Governo do Brasil com um modelo de
crescimento que coloca as pessoas no centro das decisões.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
