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Gestão, tecnologia e fator humano: NEXT Enashopp aponta os novos rumos para o varejo e mercado corporativo
O Grupo Enashopp reuniu, nesta terça-feira (18), seu time de gestores para o NEXT Enashopp: Os oito movimentos que vão redefinir os negócios. Sob o comando de Juliana Montenegro, Head de Inteligência de Mercado e Estratégias da ATcom Comunicação Corporativa, o encontro apresentou os principais insights para uma gestão estratégica, humanizada em sintonia com as novas tecnologias, apresentados durante o Web Summit 2026 - um dos maiores encontros mundiais de inovação, marketing, mídias e negócios.
Durante o evento, Juliana Montenegro apresentou os principais movimentos que vão redefinir a comunicação nos próximos anos, a partir de um olhar especial à inteligência artificial (IA), que deixa de ser tecnologia e passa a ser infraestrutura; ao marketing semântico; ao renascimento criativo com as IAs; ao ecossistema de experiências das marcas; aos dados, que sozinhos perderam seu valor; à creator econnomy; e, especialmente, à confiança e governança, tendo o humano como o grande diferencial competitivo.
“A IA mudou a infraestrutura, e isso trouxe uma consequência enorme. Não basta produzirmos conteúdos, agora é preciso ser compreendido. O marketing hoje deixa de disputar atenção e passa a disputar significado. Se a tecnologia ficou acessível, a diferenciação voltou. As marcas mais fortes do futuro serão aquelas capazes de construir ecossistemas, não apenas campanhas”, destaca a Head de Inteligência de Mercado e Estratégias da ATcom Comunicação Corporativa, Juliana Montenegro.
Para a diretora do Grupo Enashopp, Mirela Gedeon, o encontro é essencial para os líderes e gestores compreenderem os cenários e as novas necessidades para uma gestão cada vez mais personalizada, com olhar atento aos seus públicos. “É um momento para estudar as possibilidades que as novas tecnologias proporcionam, ampliando as competências, estimulando um pensamento crítico. No nosso time, incentivamos sempre essa aprendizagem contínua. A IA e as demais tecnologias chegam como facilitadoras de respostas, mas o senso ético-responsável sempre precisa ser o nosso, humano, empático, com repertório e criatividade estratégica”, afirma.
Por Gina Reis
