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Oswaldo Montenegro apresenta álbum Serenata, acompanhado apenas do próprio piano
Aos 70 anos, Oswaldo Montenegro desafia o tempo e vive um dos momentos mais criativos de sua consagrada carreira. Constantemente lançando músicas inéditas, espetáculos e projetos autorais, o artista vem conquistando, ao longo dos últimos anos, centenas de milhares de visualizações na internet, tanto em obras musicais como em filmes e séries de ficção onde, além das músicas, assina concepção, roteiro e direção. Ao todo, são mais de duzentas milhões de visualizações em conteúdos sobre sua obra.
Nos últimos meses, duas canções autorais inéditas transformaram-se em fenômenos digitais: “O Alívio” e “Por Onde Deus Sorri”, que juntas ultrapassam cinquenta milhões de views. Não se trata de sucessos banhados de nostalgia. Pelo contrário, são músicas novas que encontram um público igualmente novo, sem deixar de emocionar aqueles que acompanham sua trajetória há décadas. E é nesse ambiente criativo que o cantor-compositor lança o álbum “Serenata” nas plataformas digitais, via ONErpm.
O projeto é nada mais nada menos que a consagração de uma das vozes mais impressionantes da cultura brasileira, e comprova o quão arrebatador é o timbre do afinado Oswaldo Montenegro. Acompanhado apenas pelo próprio piano, Montenegro emprega uma interpretação tão profunda às quinze canções que compõem o projeto, que o ouvinte não tem outra opção a não ser se render à emoção.
O repertório combina músicas autorais e releituras de canções de grandes nomes, como Chico Buarque, Vinícius de Moraes e Dolores Duran, e remete à tradição da serenata como gesto musical de afeto, em que a canção é entregue de forma pessoal e sensível. O resultado é um álbum que não apenas celebra a permanência da música que inspira, mas também reforça a grandeza de um artista que transforma cada canção em experiência viva, marcada por beleza, precisão e emoção.
O projeto confirma aquilo que há muito tempo o público de Oswaldo Montenegro conhece, mas que a cada novo trabalho surpreende novamente: a força expressiva de sua obra e de sua voz. Em uma época marcada pela velocidade e pelo consumo instantâneo, o menestrel segue demonstrando que talento e emoção continuam sendo as linguagens mais poderosas da arte.
“Serenata” é mais do que um simples álbum, é um convite a mergulhar em melodias e letras que levam ao encantamento pela vida.
Serenata já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm.
Sobre Oswaldo Montenegro: cantor, compositor, músico, diretor e roteirista de teatro e cinema:
- Possui mais de 50 álbuns e 7 DVDs (sendo 2 CDs de ouro e 1 de platina e 1 DVD de ouro).
- Seguido por um público fiel, é um artista que há 50 anos lota, todos os anos, as mais conceituadas casas de shows do Brasil.
- Tem em seu canal do YouTube milhões de acessos. Ao todo, são mais de 170 milhões de visualizações em filmes e clipes sobre a sua obra.
- Como diretor e roteirista, foram 4 filmes de longa-metragem elogiados pela crítica e premiados em festivais nacionais e internacionais: “Léo e Bia” (2010), com Emilio Dantas, Paloma Duarte e grande elenco. “Solidões” (2013), com Vanessa Giacomo, Renato Góes, Oswaldo Montenegro e grande elenco. “O Perfume da Memória” (2016), premiado internacionalmente e com mais de 12 milhões de visualizações ao redor do mundo. "A Chave do Vale Encantado" (2019), exibido no Festival de Cinema de Gramado e vencedor de 5 prêmios no Festival de Cinema dos Sertões: Melhor Filme, Melhor Trilha Sonora, Melhor Diretor, Melhor Figurino e Melhor Filme Voto Popular. Além da série para o Canal Brasil: "De Sonhos e Segredos" (2 temporadas).
- Criou e dirigiu mais de 20 espetáculos musicais, dos quais: “Filhos do Brasil”: premiado em festivais brasileiros de teatro. “Veja você, Brasília”, com Cássia Eller no elenco. "Noturno”: 30 anos em cartaz. "A Dança dos Signos": fenômeno de público, ficando 7 anos em cartaz e angariando mais de 1 milhão de espectadores.
- Possui mais de 40 trilhas sonoras para teatro, cinema, TV e balé.
- Seu livro infantil, “O Vale Encantado”, foi premiado e indicado pelo Ministério da Educação e Cultura do Brasil para ser adotado nas escolas do 1o Grau.
- Yan Michalski, grande crítico do teatro brasileiro, escreveu uma longa crônica batizando sua estética nos espetáculos musicais de “Menestréis” (contadores de história).
- Teve composições suas gravadas por grandes nomes como: Ney Matogrosso, Gonzaguinha, Zizi Possi, Glória Pires, Zélia Duncan, Zé Ramalho, Alceu Valença, Zeca Baleiro, Paulinho Moska, Belchior, Geraldo Azevedo, Renato Teixeira, Sandra de Sá, Marília Pera, Luiza Possi, entre outros.
Por Thiessa Torres
