Foto: Will Recarey
Salvador Bahia Airport abre as portas para 50 estudantes da rede pública e leva lições de segurança operacional à comunidade
O Salvador Bahia Airport, integrante da rede VINCI Airports, abriu as portas da área operacional nesta quarta-feira (21) para 50 alunos da Escola Municipal Brigadeiro Eduardo Gomes, de São Cristóvão, com objetivo de estreitar a relação com a comunidade que vive perto da pista e alertar sobre os riscos que pipas, balões, lasers e drones representam para as aeronaves na área de segurança aeroportuária. A ação integra a campanha Guardiões da Segurança Operacional promovida pelo Aeroporto.
A ação reforça o compromisso do Salvador Bahia Airport com as comunidades vizinhas, tratadas como parceiras na construção de uma aviação mais segura. Durante a visita, foram abordadas situações do cotidiano que podem representar perigo às operações aéreas, como a soltura de pipas e balões, o apontamento de laser para aeronaves, o uso inadequado de drones e o descarte irregular de resíduos, que atrai animais para perto do aeroporto.
Além da atividade educativa, as crianças puderam conhecer de perto a rotina aeroportuária, em uma visita à área operacional planejada com acompanhamento da equipe do aeroporto e orientações sobre os cuidados necessários nesses espaços. Ao final, foram incentivadas a compartilhar os conhecimentos adquiridos com familiares, amigos e a comunidade, multiplicando a prevenção para além dos muros da escola.
Para Daniela Franco, gerente de comunicação do Aeroporto de Salvador, iniciativas como essa contribuem para aproximar a comunidade da rotina aeroportuária e ampliar o conhecimento sobre a segurança das operações.
“Quando as crianças conhecem de perto o ambiente aeroportuário, elas têm a oportunidade de entender melhor como funciona a aviação e a importância dos cuidados necessários para garantir a segurança das operações. Essa aproximação também fortalece a relação do aeroporto com as comunidades do entorno e mostra que a segurança operacional é uma responsabilidade compartilhada, que começa com informação e conscientização. Ao compreenderem melhor essa dinâmica, os estudantes podem contribuir para disseminar esse conhecimento e fortalecer a cultura de prevenção em suas comunidades”, afirma.
Por Eduardo Bettencourt
