Foto: Mateus Bonfim
UNINASSAU participa da inauguração do Banco Vermelho Gigante na Defensoria Pública da Bahia
Na última terça-feira (14), o UNINASSAU - Centro Universitário Maurício de Nassau Salvador participou da inauguração do Banco Vermelho Gigante na sede da Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE/BA). A cerimônia foi realizada no Edifício Multicab Empresarial e integrou as ações de conscientização e mobilização social voltadas ao combate à violência de gênero.
O Banco Vermelho Gigante chegou em Salvador em dezembro do ano passado. Ele foi exposto em frente ao Elevador Lacerda, na Prefeitura Municipal de Salvador e na Câmara de Vereadores, tendo um caráter itinerante. A iniciativa reforça o compromisso das instituições envolvidas com a defesa dos direitos das mulheres e o enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A ação é fruto da parceria entre a UNINASSAU Salvador, o Instituto Banco Vermelho, a Secretaria de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude e a Defensoria Pública do Estado da Bahia.
“A UNINASSAU tem como compromisso permanente atuar além dos muros da Instituição, contribuindo de forma ativa com pautas que impactam diretamente a vida das pessoas. Estar ao lado da Prefeitura de Salvador e do Instituto Banco Vermelho reafirma nosso posicionamento firme na defesa dos direitos das mulheres e na promoção de uma sociedade mais justa e igualitária”, pontuou Cecilia Queiroz, reitora da UNINASSAU Salvador.
Participaram do ato a defensora pública-geral da Bahia, Camila Canário; a coordenadora do Núcleo de Defesa das Mulheres (NUDEM-BA), Carolina de Araújo; a reitora da UNINASSAU Salvador, Cecília Queiroz; a tenente-coronela Roseli Ramos, do Batalhão de Policiamento de Proteção à Mulher (BPPM); a ouvidora-geral da DPE/BA, Tamikuã Pataxó; a procuradora da República do Ministério Público Federal, Melina Castro; a deputada estadual Ludmila Fiscina; e os coordenadores de Direitos Humanos da DPE/BA, Cláudia Ferraz e Alex Raposo. Também estiveram presentes os membros da Administração Superior da DPE/BA, representantes da sociedade civil e outras autoridades.
“O banco vermelho não é um objeto decorativo: é um símbolo vivo de denúncia, memória e, sobretudo, compromisso. Ele representa as mulheres que tiveram suas vidas interrompidas pela violência de gênero e nos provoca, nos obriga a não desviar o olhar. Esse objeto não naturaliza a violência, não nos permite a aceitar o feminicídio como mais um número, mais uma estatística fria. A Defensoria atua no fortalecimento da rede de enfrentamento a todo tipo de violência”, afirma Camila Canário, defensora pública geral da DPE/BA.
Por João Milton Santos
