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Movimento Plástico Transforma mobiliza estudantes para mutirão em Salvador e recolhe 50 kg de resíduos
Na sexta-feira, 27 de março, 55 alunos da
Escola SESI Comendador Bernardo Martins Catharino (SESI Itapagipe)
participaram de um mutirão de limpeza na orla da Praia da Penha, em
Salvador. A ação, realizada pelo Movimento Plástico Transforma, em
parceria com a startup SOLOS e com a Secretaria de Sustentabilidade,
Inovação e Resiliência (SECIS) da Prefeitura de Salvador, recolheu cerca
de 50 quilos de resíduos, que foram entregues à cooperativa CAMAPET
para destinação correta.
Além da coleta, os alunos
participaram de uma série de atividades educativas e lúdicas
relacionadas à reciclagem, economia circular e descarte correto de
resíduos. Durante a ação, o engajamento dos estudantes foi fundamental
para demonstrar, na prática, como pequenas ações como essa colaboram
para o cuidado do meio ambiente.
De acordo com a professora Delis,
que acompanhou os alunos, a iniciativa mostra que a praia é um espaço
que precisa dos cuidados de todos. “Esse tipo de ação é importante para
que os alunos tomem posse da praia, e passem a enxergá-la como sua
também, e o que é nosso a gente cuida. Esse tipo de engajamento é
importante.”
Para Beatriz Geraldes, integrante
do grupo técnico do Movimento Plástico Transforma, a participação desse
público reforça que a educação ambiental deve começar cedo e ser
incentivada tanto em casa quanto na escola.
“A participação de crianças, jovens
e professores em ações como essa reforça que a educação ambiental
precisa começar desde cedo e ser construída de forma contínua, dentro de
casa e na escola. Quando os estudantes vivenciam essas experiências na
prática, eles passam a compreender o impacto real de suas atitudes e se
tornam agentes de transformação em seus próprios territórios”, destaca.
Para muitos alunos, essa foi a primeira oportunidade de
vivenciar de forma prática os conteúdos abordados em sala de aula. Esse
foi o caso de Lavínia Cajazeira, 15 anos. “É meu primeiro evento
participando em campo, que geralmente acontece só dentro da escola. Me
sinto muito honrada de ter sido convidada para participar desse processo
e da organização também. Foi a nossa oportunidade de entender sobre a
preservação do ambiente em que nós vivemos, tanto na escola quanto fora
dela”, explica a estudante.
Por Mariana França
