Corredores amadores receberão troféus (Acervo/Gazeta Esportiva)
Prova 9 de Julho anuncia troféus para os amadores Top 5 na edição de 75 anos
Por Doro Jr. e Rafael De Marco
Ao completar 75 anos de história, a Prova Ciclística Internacional 9 de Julho não apenas traz de volta os atletas amadores, como materializa sua valorização. Isso porque a organização anuncia uma novidade para 2026: os cinco primeiros colocados das categorias amadoras — masculino e feminino — receberão troféus.
A maior e mais tradicional prova de ciclismo do Brasil, que acontece no feriado estadual em que se relembra a Revolução Constitucionalista de 1932, na Marginal Pinheiros, em São Paulo, segue com inscrições abertas até 3 de julho. Os interessados devem acessar o site oficial (https://prova9dejulho.com.br/) para confirmar a participação.
"Os amadores são parte da história da 9 de Julho e sua presença confere um caráter democrático à disputa. Premiar os melhores colocados com troféus é uma forma de reconhecer o esforço, a dedicação e o amor de quem faz da bicicleta um estilo de vida", afirma Erick Castelhero, Diretor Executivo da prova.
Para os ciclistas federados, a premiação vai além de troféus. No total, a 9 de Julho distribuirá R$ 57 mil entre as categorias Elite, Open Master e Sub-23, masculina e feminina. Os primeiros colocados no masculino e no feminino receberão R$ 4 mil. A premiação também contempla o segundo lugar, com R$ 2,5 mil; o terceiro, com R$ 1,5 mil; o quarto, com R$ 1 mil; e o quinto colocado, com R$ 500.
O percurso para os ciclistas federados - das categorias Elite (a partir de 23 anos), Open Master (a partir de 30 anos), Sub-23 (de 19 a 22 anos) e Júnior (17 e 18 anos) - é de 100 km para os homens e 75 km para as mulheres. Os amadores competem em um percurso de 50 km, tanto no masculino quanto no feminino.
História — Chamada de “São Silvestre do ciclismo”, a Prova 9 de Julho foi criada em 1932 pelo jornalista Cásper Líbero em homenagem à Revolução Constitucionalista, e passou a ser realizada pelo jornal A Gazeta Esportiva a partir de 1933. Ao longo de décadas, nomes do ciclismo nacional e internacional passaram pela prova, consolidando sua relevância no esporte.
O argentino Francisco Chamorro é o maior vencedor da história da prova, com quatro conquistas. Entre as mulheres, Luciene Ferreira e a franco-brasileira Cláudia Carceroni dividem o topo do ranking de campeãs, também com quatro títulos cada.
A Prefeitura de São Paulo apresenta a 75ª Prova Ciclística Internacional 9 de Julho. O evento é propriedade da Fundação Cásper Líbero, com organização operacional da Sagaz Esportes e supervisão técnica da Federação Paulista de Ciclismo, além do apoio institucional da TV Gazeta, Rádio Gazeta FM 88.1, site Gazeta Esportiva, Faculdade Cásper Líbero e Confederação Brasileira de Ciclismo.
