O livro explica em detalhes o Leitor de uma Palavra, o achado essencial para explicar o ler na mente / Foto: Divulgação
A Tolice e a Ignorância criam muitas Superstições Loucas
O Pesquisador da Ciência do Ler, Ricardo Hecker Luz – PhD em Linguística, ‘descobre’ o ler inicial e fácil com o todo da palavra. Ele garante que o amor da escola e do professor à TIS (a soma infeliz e triste da Tolice com a Ignorância e a Superstição) cria confusões insolúveis para muitas crianças iletradas. As tradições loucas de ensinar a leitura com a escrita e com os nomes das letras não faz sentido algum. É confundir efeito e causa o tempo inteiro em sala de aula. A soma dos nomes exige um manipular mental complexo.
Lição 1 [b]=/’bê/ Lição 2 [a]=/’a/ Lição 3 [b+a]=/’ba/
Essa alucinação confunde leitura com escrita. E exige muito da criança em muitas coisas complexas, difíceis e nada inteligíveis. Em primeiro lugar, há uma mutação cerebral imperceptível e bem difícil de se obter no letramento. O nome falado da letra se transformaria nos fonemas dos grafemas. O fixo vira móvel. O invariável vira variável. E se obriga a criança ‘apagar’ o fone /ê/ na Lição 3. Nem todos serão capazes dessas ações ‘mágicas’. E o erro doido da escola e do professor será transferido só para os alunos.
O ensinar sem saber algum ignora a essência objetiva do ler e da leitura e provoca delírios insanos, como decodificar o que nunca é codificado antes. O voltar sem ir. E muitas crianças frequentam todo o ano escolar e são incapazes de ler uma única palavra e o nome que aprendem a escrever. E os professores e as escolas têm a covardia de acusar as vítimas inocentes por seus ‘crimes doidos e irracionais’. E as crianças iletradas serão as únicas responsáveis pelos erros infinitos e incorrigíveis de professoras e professores.
Eles obrigam as crianças a somar letras e a montar ‘palavras e sílabas’ para ler. E nunca ensinam a leitura do todo e com uma palavra montada e pronta, como [bola] [Ravi] e [Maria Clara]. E inserir o ensino da escrita antes da leitura é não compreender nada de muito pouco. Os professores e as professoras só repetem as tradições da Tolice, da Ignorância e da Superstição – a TIS. E as autoridades políticas não se interessam em corrigir tais erros. Ricardo Hecker Luz alerta os políticos desde 2007 e nada ocorre.
Se o sistema funciona com a maioria, pensam os ‘gênios’ com a ignorância e a tolice, os problemas de aprendizagem só podem estar na criança. Nunca na escola, no professor ou no método de ensino. A confusão entre escrita e leitura ocorre o tempo todo em aula. E, pior, eles nunca olham para isso e para os seus erros crassos em tudo. E acusam as crianças por erros didáticos desta confusão inaceitável entre escrita e leitura. E muitas crianças vão fracassar na leitura em 2026 e nunca haverá lição didática distinta.
E elas vão receber ‘tudo igualzinho mais uma vez’. O mesmo se dará em 2027 e em 2028. E os professores não sabem auxiliar um pouco os que não aprendem nada do ler e da leitura com as letras isoladas e soltas. A maioria das crianças, insiste Luz, se torna letrada ou quase letrada com o alfabeto. Os professores, a escola, os cientistas e as autoridades não sabem explicar o sucesso da maioria que ‘aprende’ tudo da leitura com a escrita. E, com isso, falham com milhares de crianças que não se tornam letradas.
