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Canetas emagrecedoras: exames de imagem podem ajudar a evitar complicações durante o uso
O uso das chamadas “canetas emagrecedoras” tem se popularizado nos últimos anos, impulsionado principalmente pelas redes sociais e pela busca por resultados rápidos no emagrecimento. O crescimento da procura por estes medicamentos acende um alerta entre especialistas sobre os riscos do uso sem acompanhamento médico adequado e sem monitoramento da saúde do paciente.
Desenvolvidos originalmente para o tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade, esses medicamentos atuam no controle do apetite e da glicemia. No entanto, a utilização para fins estéticos tem aumentado a preocupação de profissionais da saúde devido às possíveis complicações associadas ao uso inadequado.
A Dra. Jeruza Brandão Assad (CRM-BA 12317/CREMERJ 52-0134691-I/ RJ), médica especializada em Endocrinologia e Metabologia e parceira do IHEF, explica que o tratamento exige acompanhamento médico prévio. “É um tratamento metabólico, com critérios, riscos e titulação. Trata-se de modificações em estilo de vida à longo prazo, em atividades físicas de rotina, em mudanças comportamentais pertinentes a uma vida mais saudável, em desenvolvimento de estratégias para que não haja reganho de peso. O acompanhamento médico é essencial para um tratamento eficaz e sem riscos”, destaca.
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