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HUL participa de ciclo do programa Lean nas Emergências em Brasília
O Hospital Universitário de Lagarto (HUL-UFS), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), participou, nos dias 3 e 4 de fevereiro, do Ciclo 10 do programa Lean nas Emergências, realizado em Brasília (DF). A instituição foi representada pela chefe da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Flávia Monteiro. O encontro contou com treinamento intensivo em Gestão de Alta Performance em Emergências (Gape).
A iniciativa integra o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) e conta com a expertise do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. O objetivo é otimizar o atendimento de urgência e emergência nas unidades participantes, contribuindo para a redução da superlotação e para a melhoria dos fluxos assistenciais.
“O encontro possibilitou o compartilhamento de experiências exitosas e reforçou a importância do aprimoramento contínuo dos processos assistenciais, do monitoramento sistemático dos indicadores e do fortalecimento do trabalho multiprofissional”, destacou Flávia.
Segundo ela, o HUL está em fase de consolidação de algumas estratégias do Lean, como a implantação do Fast Track, que busca agilizar o atendimento de pacientes de menor complexidade e organizar melhor os fluxos da instituição.
Lean nas Emergências no HUL
Em outubro de 2025, o Hospital Universitário de Lagarto completou um ano de implementação do projeto Lean nas Emergências. Na ocasião, a chefia da UPA da unidade avaliou os principais desafios e avanços observados ao longo desse período.
“O principal desafio está relacionado à mudança da cultura organizacional, especialmente no que se refere ao engajamento das equipes e à adaptação aos novos processos de trabalho, fundamentais para a consolidação do modelo de melhoria contínua”, explicou a gestora.
Ela também ressaltou os avanços na organização dos processos e na sistematização do acompanhamento dos indicadores assistenciais. “O Lean tem contribuído para a qualificação do atendimento, promovendo a melhoria dos fluxos assistenciais, a redução de desperdícios, maior agilidade nos processos e o fortalecimento da segurança e da qualidade da assistência prestada à população”, concluiu Flávia.
Por Williany Bezerra
