Foto: GARIMPO | Felipe Rets
Festival Baiano de Cafés registra sucesso de público no primeiro dia e mira novo recorde neste domingo
O primeiro dia da quarta edição do Festival Baiano de Cafés foi marcado por grande público e intensa movimentação no Trapiche Barnabé, em Salvador. Com programação dedicada à valorização da cadeia produtiva do café, o evento reuniu produtores, especialistas, profissionais do setor e consumidores em uma edição que já se consolida como histórica e chega ao segundo dia, neste domingo (16), com expectativa de alcançar um novo recorde de público.
Entre degustações, palestras, experiências e encontros, o festival aproximou o consumidor de diferentes etapas da cadeia do café, desde a produção e a origem dos grãos até processos como torra e preparo. A programação deste domingo mantém o foco nessa conexão e terá ainda um dos momentos mais aguardados da edição: o anúncio do Melhor Café do 4º Festival Baiano de Cafés.
“A gente chega ao segundo dia muito feliz com a resposta do público. Esta edição mostra a força que o café tem para conectar pessoas, produtores, conhecimento, gastronomia e experiências. O primeiro dia foi muito especial e esperamos fechar o festival com um novo recorde de público”, afirma Brenda Matos, especialista em Cafés Especiais e idealizadora do Festival Baiano de Cafés.
Parceria com a ABIC fortalece o festival
Uma das novidades que marcam esta edição histórica é a parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), que ampliou a presença institucional do festival e aproximou o evento de uma das principais entidades representativas do setor no país.
A parceria possibilitou a realização da Arena da Torra ao Vivo, experiência que apresenta ao público, na prática, uma das etapas mais importantes para a construção das características sensoriais do café. Durante a atividade, os visitantes podem acompanhar o processo de torrefação e compreender como diferentes níveis de torra influenciam aroma, sabor e resultado final na xícara.
Além da experiência, o Festival Baiano de Cafés passou a utilizar a marca setorial “Cafés do Brasil”, de propriedade da ABIC. Reposicionada em 2025, a identidade representa atributos associados à cafeicultura brasileira, como origem, qualidade, sustentabilidade, tecnologia e tradição.
A presença da marca no festival reforça a conexão entre a produção baiana e a cadeia nacional do café e amplia o posicionamento do evento como espaço de valorização da cafeicultura, dos produtores e da cultura do café no Brasil.
Café oficial destaca produção baiana
O café da Fazenda Ouro Verde, produzido por Ana Cristina, em Barra do Choça, no Planalto da Conquista, é o café oficial da quarta edição do Festival Baiano de Cafés.
Cultivado a 530 metros de altitude, o café pertence à variedade Mundo Novo e apresenta notas sensoriais de mascavo, doce de leite e frutas amarelas.
A escolha do café oficial também coloca em evidência a produção baiana e aproxima o público da diversidade de territórios, produtores e características que fazem parte da cafeicultura do estado. Eufrasio Café, da mesma região, assina a torrefação oficial do festival.
Melhor Café será anunciado neste domingo
Outro destaque da programação do segundo dia será o anúncio do Melhor Café da quarta edição do Festival Baiano de Cafés.
O resultado dará destaque não apenas às características sensoriais da bebida vencedora, mas também ao produtor, à origem e ao trabalho desenvolvido na produção de um café de qualidade.
Ao longo do domingo, o público também poderá experimentar cafés de diferentes origens e conhecer mais sobre os processos que transformam o grão na bebida que está entre as mais consumidas do mundo.
Serviço
4º Festival Baiano de Cafés
IV Festival Baiano de Cafés
15 e 16 de agosto de 2026
Trapiche Barnabé – Salvador (BA)
Ingressos/Sympla
Domingo (16/08): 3º lote aberto – últimos ingressos
Valor: R$ 55
Haverá venda na porta (R$ 60), sujeita à lotação do espaço.
Por Cadu Freitas
